sexta-feira, 17 de maio de 2019

XVIII Jornada de Estudos Antigos e Medievais

Caros leitores,

Estão abertas as inscrições para a XVIII Jornada de Estudos Antigos e Medievais, que irá ocorrer entre os dias 20 a 22 de agosto de 2019, na Universidade Estadual de Maringá.

PRAZOS PARA INSCRIÇÃO

Sem apresentação de trabalho: de 15 de maio de 2019 a 05 de agosto de 2019.
Com apresentação de trabalho: de 15 de maio de 2019 a 20 de julho de 2019.

VALORES

Sem apresentação de trabalhos:
Alunos de graduação: R$ 20,00
Demais interessados: R$ 40,00

Com apresentação de trabalhos:
Alunos de graduação: R$ 40,00
Alunos de pós-graduação: R$ 60,00
Professores da Educação Básica: R$ 80,00
Professores do Ensino Superior: R$ 100,00

CATEGORIAS DE TRABALHO
COMUNICAÇÃO
Na categoria Comunicação, serão apresentadas:
- Pesquisas concluidas;
- Pesquisas em andamento desenvolvidas por docentes, mestrandos e doutorandos.

PÔSTERES
Na categoria Pôsteres deverão ser apresentadas:
- Pesquisas em andamento de Projetos de Iniciação Científica, desde que com autorização do orientador;
- Além da exposição, os pôsteres deverão ser discutidos em grupos temáticos.

EIXOS TEMÁTICOS

1 - Educação na Antiguidade e Idade Média;

2- Estudos de Imagens fílmicas, iconográficas e literárias na Antiguidade e Idade Média;

3- Intelectuais e Memória na Antiguidade e Idade Média;

4- Instituições e Política na Antiguidade e Idade Média;

5- Filosofia na Antiguidade e Idade Média;

6- História na Antiguidade e Idade Média.

Para maiores informações, a respeito de inscrições e demais dúvidas sobre o evento, acessar o endereço: https://gtseam.wixsite.com/xviiijeam

Contamos com a participação de todos os interessados, e agradecemos previamente a colaboração para a divulgação do evento!

A imagem pode conter: 3 pessoas

terça-feira, 22 de maio de 2018

XVII Jornada de Estudos Antigos e Medievais

Caros visitantes,

Temos a alegria de promover a próxima Jornada de Estudos Antigos e Medievais, que acontecerá entre 29 e 31 de agosto deste ano de 2018, na Universidade Estadual de Londrina, em conjunto com outros eventos importantes. Informações completas sobre o evento podem ser obtidas clicando AQUI.
Reproduzimos, abaixo, o texto que introduz o evento na página oficial e algumas informações sobre inscrições e envio de trabalhos:

"Prezados (as) estudiosos (as) da Antiguidade e Idade Média,
Estamos organizando o XII Ciclo de Estudos Antigos e Medievais, VII Jornada Internacional de Estudos Antigos e Medievais/ XVII Jornada de Estudos Antigos e Medievais, eventos já consolidados junto aos pesquisadores da Antiguidade e do Medievo. Os esforços conjuntos do Departamento de História e o Programa de Pós-Graduação em História Social de Londrina, do Departamento de Fundamentos da Educação e o Programa de História da Educação de Maringá, e do Grupo de Pesquisa (GETSEAM- Grupo Transformações Sociais e Educação na Antiguidade e Medievalidade) têm possibilitado a realização desses encontros há mais de duas décadas. Isso nos traz enorme satisfação!
Neste ano, os eventos serão sediados em Londrina, na Universidade Estadual de Londrina, entre os dias 29 e 31 de agosto.
Nessa ocasião, teremos o prazer de apresentar, também, uma primeira edição do Encontro Internacional Francisco e Franciscanismo. Este se apresenta, num primeiro momento, junto ao Ciclo e à Jornada atendendo a uma demanda dos pesquisadores da área de Medieval, mas também daqueles que têm refletido sobre esse personagem e os desdobramentos históricos, artísticos, sociais, entre outros, no entorno da figura de Francisco de Assis e do movimento franciscano em outras temporalidades e espaços geográficos.
Desde já agradecemos a sua disposição em partilhar suas pesquisas e confraternizar conosco, e pedimos sua colaboração na divulgação de nossa programação.
Até breve!"

INSCRIÇÕES
Modalidades de Participação
1) Ouvinte
2) Comunicação - Graduando (obrigatoriamente no ST de IC)
3) Comunicação - Alunos de Pós-Graduação
4) Comunicação - Graduados sem vínculo com IES e Professores

Investimento
VALOR COM DESCONTO (entre 15/abril e 15/junho)
1) Ouvinte - R$30,00
2) Comunicação - Graduando - R$50,00
3) Comunicação - Alunos de Pós-Graduação - R$70,00
4) Comunicação - Graduados sem vínculo com IES e Professores - R$100,00
VALOR NORMAL (entre 16 de junho e 30 de junho)
1) Ouvinte - R$50,00
2) Comunicação - Graduando - R$70,00
3) Comunicação - Aluno de Pós-Graduação - R$100,00
4) Comunicação - Graduados sem vínculo com IES e Professores - R$150,00.
* Inscrições para OUVINTES entre 01/julho e 29/agosto - R$70,00
Procedimento de Inscrição
- Acessar o endereço >>> http://www.uel.br/eventos/sigec/?id=4075;
- Preencher sua inscrição e, no caso de inscrição como comunicador, submeter via sistema o arquivo do resumo e selecionar qual o ST ou GT escolhido para inscrição;
- Efetuar o pagamento do boleto de inscrição;
- Enviar o texto completo para a publicação nos anais do evento para o e-mail:cicloantigaemedieval@gmail.com até o dia 15/julho;
- Será permitido somente a submissão de 01 (um) trabalho por participante;

- Caso o trabalho não seja aceito, o participante é automaticamente transferido para o grupo de ouvintes do evento, sem devolução da taxa de inscrição.

CRONOGRAMA
Início das Inscrições e valor promocional: 15/abril - 15/junho
Inscrições normal para comunicação: 16/junho - 30/junho
Prazo final para envio dos resumos: 30/junho
Envio das cartas de aceite: prazo máximo 09/julho
Prazo final para envio dos textos completos: 15/julho
Término das inscrições de ouvinte: 29/agosto
Publicação dos anais: até 30 dias depois do evento.

ST's e GT's
1) GT FRANCISCO E FRANCISCANISMO NO MEDIEVO
Coordenação: Profa. Dra. Angelita Marques Visalli (UEL)
2) GT FRANCISCO E FRANCISCANISMO NA MODERNIDADE E CONTEMPORANEIDADE
Coordenação: Profa. Dra Maria Renata da Cruz Duran (UEL / Universidade de Lisboa)
3) ST RELAÇÕES DE PODER E IDENTIDADE NA ANTIGUIDADE
Coordenação: Profa. Dra. Monica Selvatici (UEL)
4) ST CULTURA E VIDA COTIDIANA NA ANTIGUIDADE
Coordenação: Prof. Dr. Glaydson José da Silva (UNIFESP)
5) ST FILOSOFIA E EDUCAÇÃO NA ANTIGUIDADE E MEDIEVO
Coordenação: Profa. Dra. Terezinha Oliveira (UEM)
6) ST EUROPA SETENTRIONAL
Coordenação: Prof. Dr. Lukas Grzybowski (UEL)
7) ST RELAÇÕES DE PODER E SOCIEDADE NO MEDIEVO
Coordenação: Prof. Dr. Jaime Reis (UEM)
8) ST CULTURA E VIDA RELIGIOSA NO MEDIEVO
Coordenação: Maria Cristina C. L. Pereira (USP)
9) ESTUDOS DE ANTIGUIDADE E IDADE MÉDIA (Iniciação Científica)
Coordenação: Profa. Dra. Renata Barbosa (SEED/PR)


terça-feira, 10 de outubro de 2017

XVI Jornada de Estudos Antigos e Medievais

Prezados,

Estão abertas as inscrições para a XVI Jornada de Estudos Antigos e Medievais. Informações e inscrições pelo site http://www.ppe.uem.br/xvijeam/index.htm. Será um prazer recebê-los em nossa Casa!

Atenciosamente,
Equipe GTSEAM

domingo, 6 de dezembro de 2015

Análise de Ronaldo Vainfas sobre a proposta do ensino de História da BNCC

Prezados leitores,

É fundamental que continuemos a tratar da BNCC, principalmente a proposta para o ensino de História. Nessa perspectiva, divulgamos aqui as reflexões do professor Ronaldo Vainfas sobre o problema, publicada no O Globo. Mais uma vez, a iniciativa do MEC suscita preocupações legítimas sobre os limites de seu conteúdo. Para acessar o texto de Vainfas, basta clicar AQUI.

Atenciosamente,
Equipe GTSEAM 

Posição da ANPUH sobre a BNCC

Prezados leitores,

Dando continuidade ao debate sobre a Base Nacional Curricular Comum, mais particularmente à reflexão sobre o ensino da História, divulgamos abaixo o posicionamento da ANPUH:

Agora a ANPUH! 

A Associação Nacional de História – ANPUH, entidade que congrega pesquisadores e docentes de História, vem acompanhando de perto as discussões que cercam o documento Base Comum Nacional Curricular proposto pelo Ministério da Educação, MEC. Até o momento nossa entidade tem estimulado que suas regionais promovam debates, encontros e discussões sobre o processo de reformulação curricular em curso e, especialmente, sobre a disciplina de História. 
Nesse sentido, vale lembrar que a ideia de uma Base Nacional Comum Curricular não é nova no país, nem tampouco seu vínculo a tentativas de definição de um currículo de caráter nacional. Poderíamos remontar isso a outras épocas da história educacional identificando diferentes proposições e distintos contextos nos quais esse debate se realizou. Desde sua criação, na década de 1960, nossa entidade tem participado ativamente dos debates em torno da História que se pretende que seja ensinada nas escolas da educação básica. Temos atuado sempre em defesa de sua permanência no currículo escolar vinculada aos objetivos de uma formação intelectual e política das novas gerações que possibilite a reflexão crítica sobre o conhecimento histórico, e a defesa dos princípios básicos de uma sociedade democrática e mais justa. 
As atuais formulações sobre o tema são oriundas da legislação educacional mais recente, com a inserção na Lei 13.005/2014, que estabelece o Plano Nacional da Educação, da ideia de vincular à BNCC uma "proposta de direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento" para cada ano dos ensinos nos níveis fundamental e médio. Além disso, de se constituir em estratégia visando contribuir para atingir metas do Índice de Desenvolvimento da Educação, o IDEB, indicador que é medido por uma combinação entre o fluxo escolar e o desempenho dos alunos nos exames nacionais. 
Em resposta a esta demanda legal o MEC organizou um processo de elaboração da BNCC, que inclui a disciplina de História desde os anos iniciais do Ensino Fundamental até o Ensino Médio. Uma equipe de especialistas em História foi constituída e o documento da disciplina elaborado, e colocado para debate público. 
Alguns pontos merecem destaque neste processo de formulação do documento curricular. O primeiro é a celeridade do processo desencadeado pelo MEC. A elaboração de um currículo envolve decisões importantes sobre a definição de objetivos, critérios de seleção e organização dos conteúdos, métodos de ensino e processos avaliativos. Estas escolhas não são neutras e se efetivam, muitas vezes, em disputas acirradas sobre o que deve ou não ser ensinado aos alunos. Por isso, consideramos que é preciso assegurar um amplo debate que possibilite a expressão de opiniões, proposições e a construção de consensos. Nesse sentido, entendemos ser urgente a revisão do calendário de elaboração do documento dilatando o prazo para a realização de debates e construindo um novo calendário nacional com participação das entidades e outros sujeitos. 
Como segundo ponto destacamos que é preciso reconhecer a diversidade de perspectivas como uma marca que caracteriza os campos de pesquisa da História e seu ensino. Nesse sentido, o processo de constituição da comissão elaboradora do texto curricular não poderia desconsiderar esta característica. Disto resulta a necessidade de ampliação ou reformulação da equipe de História segundo critérios que possam minimamente contemplar as demandas de suas diferentes subáreas de conhecimento. 
Um terceiro aspecto a ser considerado diz respeito aos nexos entre a atual proposta de BNCC e a formulação de exames nacionais. Entendemos que é preciso aprofundar o debate sobre estes vínculos e esclarecer as concepções que fundamentam o currículo e os processos avaliativos, pensados no âmbito de política para a Educação Básica, e especialmente, para evitar a redução da BNCC aos estreitamentos de um currículo avaliado. 
Por fim, destacamos que, até o momento, nossa entidade não foi convidada formalmente pelo MEC para integrar os debates em andamento, nem instada a se manifestar sobre o texto proposto para o ensino de História. A participação de vários associados nas discussões e na própria equipe responsável pela elaboração do documento, e a promoção de vários encontros e debates por nossas regionais, nos credencia como agentes do debate, mas não formaliza a entidade para a condição de agente interlocutor do processo de discussão e reformulação do texto curricular de História. 
Assim, com o intuito de contribuir produtivamente para o debate, solicitamos uma audiência com o secretário de Educação Básica, Sr. Manoel Palacios da Cunha e Melo, com representantes de nossa entidade, para tratar dos seguintes tópicos: 

1. A alteração do calendário com a ampliação do prazo para discussão do documento e da agenda de debates com o credenciamento formal das entidades para participação neste processo. 
2. Reformulação da equipe de História com a ampliação do grupo de especialistas visando incluir as diferentes subáreas da História. 

Maria Helena Rolim Capelato 
Presidente da ANPUH-Brasil (Biênio 2015-2017) 
Pela Diretoria da Associação Nacional de História - ANPUH

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Carta da ABREM sobre a BNCC

Prezados leitores,

Divulgamos aqui mais uma reflexão importante sobre a Base Nacional Comum Curricular. Trata-se de uma carta da Associação Brasileira de Estudos Medievais. O documento está publicado no site da instituição e pode ser acessado diretamente clicando AQUI.

Atenciosamente,
Equipe GTSEAM

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Contribuições de professores no norte e do nordeste sobre a BNCC

Prezados leitores,

Levando em consideração nosso posicionamento em estimular o debate acerca da iniciativa do Ministério da Educação de implementar uma Base Nacional Comum para a Educação Básica, compartilhamos, abaixo, o posicionamento de um grupo de professores das regiões norte e nordeste do Brasil sobre a BNCC.
Segue o texto na íntegra:


Recife, 25 de novembro de 2015 

Prezados colegas, 

Desde o último mês de setembro, com a divulgação da versão preliminar da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que se encontra em consulta pública, é perceptível a ampliação das manifestações contrárias à proposta. Através de eventos, fóruns e outros espaços, os debates têm afirmado a insatisfação de diferentes setores da sociedade com a construção da Base e com as orientações presentes na versão divulgada. O componente curricular História, em especial, vem sofrendo várias críticas de professores do Ensino Básico e Superior e mesmo de personalidades da educação, como o ex-ministro Renato Janine Ribeiro. 

Entre os elementos presentes na versão da BNCC para o componente História, um dos mais controversos é a exclusão das áreas de Antiga e Medieval, que passam a ser conteúdos opcionais a serem definidos pelos docentes. Tal orientação, no que pese a importância da defesa e promoção da história Indígena, da história da África e mesmo da história da América, pode ter resultados nefastos para o ensino de História, tanto nas escolas como nas Universidades. Consideramos que a História deve trazer para o primeiro plano de análise regiões e povos que tradicionalmente foram alijados da escrita oficial de nosso país e mesmo do Ocidente, porém isso não deve ser feito em detrimento das experiências humanas na antiguidade e no medievo, as quais forjaram, em grande medida, o mundo em que vivemos atualmente. Os efeitos de tais experiências extrapolam amplamente os limites geográficos do chamado mundo ocidental e suas ressignificações, ao longo dos séculos, deixaram e ainda deixam marcas indeléveis em inúmeras culturas de várias regiões do globo. A língua portuguesa e o cristianismo, dois elementos constituintes e definidores da sociedade e da cultura brasileira, são dois exemplos claros deste processo. 

Em outras palavras, a valorização dos povos ameríndios sem escrita não pode ocorrer em prejuízo do ensino da importância do surgimento da escrita na Mesopotâmia milênios antes de Cristo. Afinal, como entender nosso mundo contemporâneo sem que observemos como ele começou a ser construído? Como compreender a introdução do cristianismo na América sem conhecer o processo de afirmação e expansão do discurso cristão no Império Romano e nos séculos ditos medievais? Como entender a concepção moderna de democracia, sem que reflitamos sobre a emergência dessa prática política na Antiguidade Oriental e seus desdobramentos na Antiguidade Clássica? Dessa forma, consideramos, no mínimo, tendenciosa qualquer proposta que limite as experiências cognitivas dos alunos, tal como nos apresenta a versão publicada da BNCC. 

Entendemos que os conteúdos de história Antiga e Medieval na educação básica são indispensáveis ao desenvolvimento da capacidade reflexiva dos estudantes para lidar com aspectos político-culturais que compõem as nossas experiências cotidianas, tanto no campo das práticas religiosas, como o cristianismo, quanto no campo das práticas políticas, como concepção de democracia e res publica, para citar alguns exemplos; além disso, contribui para desnaturalizar a forma como nossa sociedade está organizada, porquanto permite entendê-la como uma invenção humana. 

Destaca-se, outrossim, a importância do exercício da alteridade histórica, elementar a este componente curricular, uma vez que nos permite compreender a formação e a dinâmica de sociedades diferentes da nossa a partir de suas próprias categorias de pensamento, visões de mundo e expectativas sobre a vida bem como modos de agir e pensar, crenças e percepções de si e do outro particulares, já que construídas no tempo. Sob esta ótica, ler os clássicos torna-se uma atividade indispensável à formação escolar, não na perspectiva de uma cultura a ser emulada, mas como diferença que permite repensar nosso lugar no presente. 

Um dos agravantes envolvidos na atual versão da BNCC é a forma como a proposta vem sendo construída. Com uma elaboração feita por profissionais em sua maioria não identificados e com apenas a abertura para o envio de contribuições, a Base peca por não resultar do debate democrático entre um número significativo de profissionais da educação em suas diferentes instâncias. 

Entendemos que a BNCC tem uma importância capital para os rumos da educação no país e, desta maneira, deveria ser formulada levando em consideração os fóruns de licenciaturas e pós-graduações, os conselhos de educação, as associações de cada área e mesmo o maior número de profissionais e estudantes reunidos em eventos específicos construídos pelo Ministério da Educação. 

Destarte, nós, docentes das áreas de História Antiga e Medieval das regiões Norte e Nordeste, tomamos uma posição contrária à atual versão do BNCC e defendemos a revisão da proposta e a ampliação dos debates acerca da mesma. Nesse sentido, mantemos a discussão entre os professores da região e projetamos formas de atuarmos nesse importante embate educacional. 

Aproveitamos a oportunidade para manifestar nosso apoio e solidariedade aos docentes do Rio de Janeiro e à ANPUH-RJ que, após uma jornada dedicada à discussão do tema, decidiram pela continuidade da mobilização e encaminharam, para o próximo dia 26 de novembro, uma reunião visando a uma intervenção articulada nessa luta que está sendo travada por todos os profissionais do Brasil. 

Convidamos os colegas de outras instituições a ingressar nesta luta em defesa do ensino de História Antiga e Medieval e da própria História como disciplina que investiga o homem em suas mais variadas experiências no tempo. Unidos somos mais fortes! 

Cordialmente, 
Profa. Dra. Roberta Alexandrina da Silva (UFPA) 
Prof. Dr. José Maria Gomes de Souza Neto (UPE) 
Prof. Msc. Douglas Mota Xavier de Lima (UFOPA) 
Profa. Dra. Adriana Zierer (UEMA) 
Profa. Dra. Silvia Siqueira (UECE) 
Profa. Dra. Serioja Mariano (UFPB) 
Prof. Msc. Renan Birro (UNIFAP) 
Prof. Dr. Renato Pinto (UFPE) 
Prof. Dr. Marcus Baccega (UFMA) 
Prof. Dr. José Petrúcio de Farias Júnior (UFPI) 
Profa. Dr. Priscilla Gontijo Leite (UFPB) 
Profa. Dra. Márcia Severina Vasques (UFRN) 
Prof. Sínval Carlos Mello Gonçalves (UFAM) 
Profa. Msc. Verônica Aparecida Silveira Aguiar (UNIR) 
Profa. Dra. Joana Clímaco (UFAM) 
Prof. Msc. João Paulo Charrone (UFPI) 
Profa. Msc. Pâmela Torres Michelette (UFPI) 
Prof. Dr. Bruno Gonçalves Alvaro (UFS) 
Prof. Dr. Marcelo Pereira Lima (UFBA) 
Prof. Dr. Luciano José Vianna